| Declaração de "fins"!Cada vez mais me torno radical e sem paciência para filhos da "pura". Por isso consideram isto como uma espécie de “barbas de molho”. A razão principal foi a sucessão de acontecimentos que levaram a que fosse arquivada uma cache, para no local ser colocado uma outra. Foram utilizados meios e expedientes para roubar o local a um companheiro para que outro pudesse utiliza-lo, utilizando as regras e a conivência do Approver actual mas deixando todos com os fígados virados. Eu, pelo menos, fiquei, mas tenho paciência e habilidade para estas coisas. Por isso, e se fosse comigo, iria lá as vezes que fossem precisas retirar a cache “nova” até que o pretendente considera-se de boa pratica retira-la e devolver-me o lugar de novo. Mas isto sou eu, que tenho mau feitio e tempo para aturar birrinhas.
9 de JaneiroDesculpem a linguagem, mas ajuda a libertar a pressão. (texto trocado com os administradores do @pt sobre as ultimas polémicas) Ainda nos arriscamos a ser mais papistas que o papa e a lixar tudo em primeira-mão. Eu já sabia, em pessoa e por terceiro que o senhor era FP. Mas esta apanhou-me um pouco desprevenido, confesso que não estava á espera tão cedo de mais uma demonstração. Qualquer um, quando está a fim de atingir objectivos tem prazos, e desses prazos faz parte a gestão dos danos e da pressão. Demasiada pressão e a coisa parte, pressão a menos e o sistema elimina os efeitos. Por isso fiquei realmente admirado por o palhacito se ter metido noutra tão cedo. Que é que ele tem a ver com isso? Com o tempo em que a cache está suspensa? Se o homem disse que queria lá por outra, qual é a necessidade dele de se chegar á frente e provocar um, em beneficio de outro? Espero que vocês não papem a cena da simultaneidade por acaso. Não tenho nenhum na conta de tão totó. Basta ver a recusa do Garri em aceitar a reposição da cache original porque esta a menos de 160 metros da nova. Esta cena cada vez me cheira mais mal e não me consigo abstrair da ideia da filhadaputice inicial. Só me dá vontade de pespegar na página principal do site um texto explicando tintin por tintin os passos que daria se alguma vez fosse colocada alguma por cima das minhas. É por isso que fico banzado com o aparecimento da votação! Valha-me Deus! Então esta questão tem lá opção? Em bom português aquilo resume-se a duas opções, “concorda com os filhos da pura ou não?” Repararam que só houve dois votos na opção 1? Pior ainda, a maioria das respostas está na opção 3! Tão errada como a primeira. Claro que a resposta correcta, a única resposta é DEPENDE. DEPENDE. Porra! Depende da situação, das pessoas, do tempo, do lugar. DEPENDE! DEPENDERIA, quanto mais não seja da atitude dos envolvidos. Até eu, que ando fodido com isto tudo desde o minuto zero, votei na opção 3! Votei aquela pergunta como resposta á situação criada. Aquela situação configura um roubo. Tão claro como estar de pistola na mão no escuro de um beco. É mais afrontoso ainda, quando alguns de nós tiveram o cuidado de ir prontamente clarear a situação procurando a cache nova logo no início. “Estas á vontade pá, podes ter participado numa filhadaputice, mas a malta até gostou”. Eu sei que o mundo é dos filhos da puta, mas isto ainda é uma brincadeira. Mas, como se diz na minha terra, as acções ficam com quem as pratica. Não tenho nada a ver com isso. Até podem logar o Found mais que um vez. Agora, depois de ter tentado, e conseguido, não intervir chamando os bois pelos nomes, é o meu post o único que é apagado? Aquela linha? Porque incendiaria a discussão? No meio de todas estas acções? No meio de todo este branqueamento? Já se assumiu tão claramente que o senhor é um ás? Que tem o nosso futuro nas mãos? Já se assumiu assim tão frontalmente quem pode ou não pode ser molestado? Se a atitude correcta teria ter sido eliminar prontamente o artigo para os confins do lixo, ou quando muito para o final do fórum, mantemo-lo, acarinhamo-lo, participamos, multiplicamo-lo e castigamos quem se atreve a ter opinião contrária? Estou aqui a mais… O site tem centenas de inscritos, mas participantes poucos. Sempre os mesmos, uma ou duas dúzias. Eu sei que mantendo as coisas a fluir ao ritmo das participações habituais a coisa ficaria mais colorida. Todos nós pretendemos que seja um arco-íris. Mas o que temos agora é uma coisa que resulta da mistura das cores. Quando era puto e descobri que branco era a mistura de todas as cores, resolvi moer giz colorido para fazer branco. Saiu cor de merda! Por isso meus senhores é muito simples, mantenho-me por aqui, participando da mesma forma, a única que sei, pedindo desde já desculpa pelas habituais falhas, se, e só se: For utilizada a página principal, a de entrada, para artigos que não sejam propiciadores de discussões. Logo que seja claro, que das duas uma, ou pretende logo desde inicio ser conflituosa, ou descamba em conflito, deve ser “á vista” movida para os confins do fórum, emitindo desde logo um aviso ao atrevido que se tornar a utilizar a pagina principal para essas afirmações de personalidade vai corrido. Se poucos participam, ao menos que participem decentemente. Que dizem?
19 de MarçoÉ mentira. É mentira. É mentira sim senhor. Eu nunca roubei um beijo, que m'o deu foi o meu amor! Este sábado, a Sábado publicou um artigo onde entre outras coisas se afirmava meio indirectamente de que cerca de 53% dos portugueses mentiam. Aldrabavam, ou mais prosaicamente douravam a pílula. Não interessa muito se era por omissão, a tal opção de nunca contar uma mentira mas contar só a parte da verdade que nos dá jeito, se era mesmo mater o carrão, entrar a pés juntos. O que me ralou foi mesmo os 53%. Ser 50% ou 53% a coisa aponta mesmo para metade. O que eu acho mais complicado é afirmar que “X por cento mentem”. A bem dizer, eu prego umas petas volta e meia, coisa em que, se bem percebi, sou acompanhado por todos os que conheço. Por isso, das duas uma, ou só conheço mentirosos ou isto não esta muito bem contado. Assim de repente, parece-me mais uma questão de dar um acerto na verdade sempre que der jeito. Voltando ao início, a questão de metade dos portugueses mentir poderá ser, se calhar, os portugueses dizem mentiras em metade das ocasiões. Mas mesmo assim, venha o diabo e escolha. Nem a possibilidade de a definição de mentira poder ajudar a engolir esta realidade me ajuda. Deixem-se lá de coisas, mentira é mentira, mesmo que seja só um jeitinho na verdade. E o povo português é conhecido por ser engenhoso, não jeitoso. Não pensem que esta conversa toda é esotérica. Não, é mesmo prática, de senso comum. Vejam lá: eu nasci há mais ou menos 50 anos numa aldeia da serra da Lousã. E vim para Lisboa com seis meses. Desde essa altura tenho vivido em Lisboa ou no seu distrito. Sempre. Fora as férias e os fins-de-semana. Sou Alfacinha ou não? Em termos estatísticos sou 99,5% de Lisboa e 0,5% beirão. Mas se eu disser que sou alfacinha, rapidamente me acham aldrabão. Na realidade nasci nas Beiras. Mas se disser que sou Beirão a aldrabice é ainda maior, eu nem 7 meses, tops, tenho, da Pampilhosa! Raios. Isto partindo do principio que alguém quer saber. Se nem eu me preocupei muito até hoje, que é que isso interessa? Aqui para nós, a minha naturalidade nada, mas aplicar o índice nacional de aldrabice ao geocaching deixa-me com os cabelos em pé. Metade do que para aqui se diz, ou conta, é, colocando a questão com pezinhos de lá, um pouco parco de veracidade? Êhpáh… Estou a ficar meio careca, pelo que pôr-me a coçar na cabeça na tentativa de deslindar este aparente contra-senso não é muito boa ideia. Nem sequer é, sei lá… realista? Se disser que faço as caches de 4x4, e não for verdade. Algumas terem que ser mesmo á pata, posso contar com ingresso garantido no pelotão dos mentirosos? E ao afirmar que miro as dicas, os logs anteriores, os spoilers, da próxima vez que achar aquela cachezita sem ter tempo de prevaricar, tenho lugar garantido no Inferno? E se jurar que alem de adepto, fui um dos inventores do helpdesk, da próxima vez que for apanhado a telefonar comprometedoramente, alguém se admira? E se for ao contrário? Mas voltando ao artigo dos 53%, dos 50% por uma questão de arredondamentos: metades, mais prosaicamente. Não andamos todos a contar só meias verdades, a enganar a torto e a direito, a engrupir em velocidade de cruzeiro? Digo eu, que depois de ter escrito isto, fico na dúvida ou pelo que temos que olhar para estas particularidades nacionais de uma forma mais “aberta” (?). O que é mentira? E o que é uma verdade? Provavelmente também, não tanto o que se diz, mas também a forma do que se diz. Já todos nos deparamos com aquelas afirmações que indicam explicitamente que a coisa não foi bem assim e mesmo assim não são mentiras. É possível que seja mais frequente do que o que quereríamos possível, que apenas saibamos, nos digam, nos transmitam, uma das constituintes da “verdade” e com isso cheguemos ao lado errado da situação. Podemos até nem vir a descobrir a “realidade”, seja ou não importante. E não falo das situações propositadas, daquelas em fomos levados ao logro, mas das que nos foram mal transmitidas, onde fortuitamente foram retiradas peças mais ou menos importantes. Mentiram-nos? E se nós passarmos essa informação em frente, somos mentirosos? Ficamos incluídos do lado errado dos 50%? Complicado… 50%? Repararam bem? Metade do que ouviram desde que nasceram até hoje não foi bem assim! Se tiveram sorte, a coisa dividiu-se em diasim dianão. Ou em manhãs e tardes. Frase sim, frase a mais! Mas coisa nem fica por aqui, se alguns se acham no direito de afirmar alto e bom som que “EU NÃO”, então a coisa fica mais concentrada. Maltinha por ai há, que não dá uma para a caixa. Que não diz duas seguidas de jeito. Pessoal hardcore do inventanço. Coisa que eu procurei afinadamente no artigo do sábado foi a existência de qualquer rotativo colorido que do alto das cabecinhas mais propensas a geração expontanêa avisasse os incautos da entrada em área sujeita a infecção. Nada! Para lá de umas longínquas referencias a sinais dissimulados de evidências fisiológicas da prática da aldrabice, o que em pessoal com nível de treino comum é indicador de perfeita distracção, não há ajuda nenhuma possível. Não damos mesmo pela coisa. Nada de nada. Descalços mesmo. Já não falo dos embrulhos. Dos bons dos mocinhos, (e mocinhas, porque me recuso a considerar sequer a hipótese da coisa estar ligada ao sexo…), que a uma boa imaginação juntam retórica, persuasão, dicionários ou efeitos especiais. Então nesse caso é que a boa da verdade contada despretensiosamente na laracha diária desaparece, submergida pela ficção, acabando atirada para o lixo pela falta de acompanhamento decente. E que até nem era mentira. Quanto mais penso nisso mais fico em pânico. Não só metade, 50%, do que ouvimos é mentira, como ainda nos baralhamos na identificação. Há volta a dar-lhe? De um lado chove, do outro troveja! É por essas e por outras que eu não me estico muito, e quando a língua me leva em velocidade superior ao previsto, me reservo, alinho pela minha faixa e tento não começar logo a inventar. Haja thews, nem sempre consigo. Lembra-me a anedota do outro que quando ouviu no rádio que circulava um carro em contra mão na ponte 25 de Abril, abriu os olhos de espanto e berrou possesso: Um? São todos!
20 de MarçoOntem, depois de jantar e de ter descoberto que a maior parte dos discos que religiosamente guardo na caixa dos”melhores dias” estão pifados, desliguei o modo overdrive e entrei em velocidade de cruzeiro. Normalmente isso implica que sento o traseiro no canto obliquamente mais confortável do sofá e vou lentamente combatendo o sono com a ajuda da televisão. Não para ver os programas, mas para ir tentando, conscienciosamente, bater o meu recorde: conseguir passar do programa 23. Não fiquem todos apavorados porque programa 23 não é um papão que retêm meninos. Alias nem sei sequer o que é que dá no programa 23, só sei que dia destes quando liguei a televisão, descobri que estava sintonizado aí. Ou continuei a carregar religiosamente nos botões até essa altura, ou a gata andou por cima dele ou saltei uns quantos. Mas não estou preocupado, nada, com o conteúdo do canal 23, consigo adormecer ou antes de entrar nas frequências das telenovelas, ou então só paro lá para os Discoverys e Odisseias, uma boa dúzia antes do 23. Mas ontem comecei, como de costume, pelo principio e cedo aterrei no canal 2 agora pomposamente chamado de RTP2, (what else…). Dou comigo a seguir um qualquer programa que falava sobre as gravuras pré-históricas encontradas em algumas cavernas. O tempo que a coisa demorou a passar os filtros anti ruído, activar o alarme, desligar o automático e entrar em "on" foi tal que só consegui desligar o modo “search” uns canais mais á frente. Já devia ir ai no Panda. O que me chamou a atenção foi a afirmação por parte lá do senhor narrador de que as gravuras eram, quase sem excepção, uma certa forma de alienismo. Dizia ele que estudos recentes indicavam de que só é possível alguém reconhecer uma imagem representativa de algo, se já tiver sido vista anteriormente. Dito em poucas palavras, só e possível reconhecer uma fotografia se souber o que é uma fotografia. Não no sentido técnico, ou químico, ou profissional do termo, mas no sentido de que não conheço coisas que nunca vi. E as coisas que aqueles senhores nunca tinham visto era representações de animais, pessoas, situações, etc. E muito menos repetir uma coisa de que não sei a existência. Seria então impossível para um homem, pré histórico ter pintado uma imagem. Primeiro teria que “dominar” a técnica, por mais primária que fosse. Não sem antes se ter apercebido que o que estava representado no “quadro” era a cópia de qualquer coisa. Porque também não sabia que era possível “fazer” cópias. Nessa altura a cultura era um pouco mais difícil de obter e tendia a cristalizar em pequeníssimos núcleos do tamanho, ou pouco maiores, do que as dimensões do grupo. Estas questões e dissertações eram baseado, em parte, em estudos realizados com alguns povos contemporâneos que ao não conhecerem, por exemplo, a fotografia ou a pintura figurativa, não são capazes de reconhecer o que quer que seja que esteja representado. Faltava-lhes o treino mental para ser capazes de converter as 3 dimensões do seu “mundo real” nas duas da figura. A explicação continuou, incluindo bosquimanos, humanóides, australopitecos e acho que uma ou outra referencia a congoleses. (Provavelmente algum sociologo, ou "equiparado" presente, pode dar mais umas achegas, mas para já vamos andando.) Dado o adiantado da hora e falta de exercício polegar, devo-me ter ficado pela dois, posso verificar logo. Mas aproveitei hoje o trajecto até ao serviço para pensar nesta “impossibilidade”. Como é que eu posso reconhecer uma coisa se nunca a vi? Obviamente que posso mandar uns bitaites, dissertar sobre isso, aplicar-lhe um pouco de electrónica, inventar, ou liga-la a corrente. Ou aprender. Só é possível reconhecer uma coisa, se já a conhecer. … … Redondinha? Não! Obviamente que só “re”conheço uma coisa que conheço. … … (Melhor? Só com a ajuda do dicionário!) Adiante. A questão aqui é uma questão de conceitos e não de objectos. Não tenho que conhecer todos os tipos de caixas, de formas, de colocações, de truques e de gaitinhas para descobrir uma cache. De certa forma isso até é irrelevante. Se nunca a vi, como é que a vou "re"conhecer, bosquimano dixit. O que sou capaz de reconhecer é o que já conheço, (ai…). Umas pedras amontoadas, um buraco mais ou menos obvio, uma cor “dissonante”, uma forma conspícua. Uma pinha toda marada. Percebendo isso é mais fácil, (assustador?), perceber as variantes do geocaching. As possibilidades que são possíveis, (ena…). Imaginar o que ainda nos pode faltar. Uma verdade das mais básicas que conheço diz que eu só posso escolher se tiver escolha. Dito de outra forma, só posso escolher se souber que há escolha e se souber o que escolher. Quando eu comecei o geocaching podia escolher por muitas caches diferentes, mas eram todas pretas. Hoje posso escolher de muitas outras cores. Quais? Não sei, mas acredito que ainda me faltam umas quantas cores que ainda não conheço ou sequer desconfio que existem. Dai que a melhor dica que alguma vez se possa dar a um recem chegado seja que guardem lá os taparueres quietos e tentem chegar o mais rápido possivel á fase do "reconhecer". Fiquem bem e façam as pazes com as marias.
1 de AgostoConsegui resistir. Mas só 30 segundos. Tenham lá calma. Os dois. Todos. O que se passa com a comunidade nacional até nem é nada de novo. Se até nos jantares de família a coisa descamba quando o pessoal é muito, estão à espera de quê. Comecei-me a aperceber que a escrita implica um afastamento em relação ás pessoas e à sua comunicação. Isto é, mesmo sendo uma forma de comunicação, a proliferação de contactos para lá do tom formal que há uns anos o texto escrito envolvia, perdeu regras tradicionais e ainda não ganhou novas. Ou seja, umas vezes quem escreve estica-se. Outras, que lê não percebe bem. A po''a toda é quando se juntam as duas opções. Eu não conheço todos os intervenientes mas tenho, a maioria, por pessoas. PESSOAS. Tenho portanto de dar espaço a uma conclusão: se já cara a cara a coisa por vezes descamba, é possível, que descambe ainda mais por detrás do teclado, sem que haja maldade acrescida. Acredito que a maioria das vezes se não quer dizer o que se percebe. Por isso, e à partida, uso a técnica do KING, abato logo os negativos. O que nem sempre resulta. Meninos. Isto só pode piorar. Sem mais. Limpinho. Provavelmente jà estive mais próximo de abandonar tudo do que vocês, se bem que isso não possa ser medido. Umas vezes porque era demais, outras porque já chegava, outras porque estava farto e outras porque a estupidez humana era demasiado forte. Mesmo a minha. A piada é que me convenci sempre que, como não tinha intenções de me tornar ermita, mais à frente iria tropeçar numa colecção igual. Já me cansei de encontrar sempre as mesma questiúnculas, sempre os mesmo protagonistas, sempre os mesmos percursos, sempre as mesmas situações. Mesmo que fosse tudo completamente novo. Same old fan, same old s'it. Não sei se esta é diferente, se é igual. Só sei que esta eu faço com a família. Com alguns amigos. Por isso, o resto da tropa, senhora e muito excelsa tropa, é-me indiferente. Sei que as mais das vezes contribuo para a mortandade geral. Podia manter lowprofile e dar corda, mas ficava reduzido a fazer relatórios façanhudos e monótonos onde não podia usar algumas palavras que o Alzhimer ainda não me proibiu. A comunidade nacional de Geocachers vai melhorar? Não sei. Provavelmente não, já que nada melhora neste pais. Portanto e assumindo que a mudança é inevitável só pode piorar. Get Ready! A minha esperança é que os pequenos grupos em que inevitavelmente nos vamos agregando melhorem. Assim tipo selecção nacional, os jogadores até são muito bons jogadores, quiçá os melhores, mas o conjunto ainda precisa de limar umas arestas. Óh moços, se nós formos embora onde é que isto vai parar? Não sobrecarreguem as regras com preciosismos que seja mais complicometros do que utilidades.
O owner não pode votar na sua própria cache? Porquê? Sendo ele um geocacher activo, saberá classificar o “universo” em termos de qualidade. (Digo eu…, e começo a ficar com vontade de estar calado!). No entanto a diferença entre poder votar ou não, é só de um voto. Um voto a mais, dizem vocês. Claro, mas se todos puderem votar nas suas voltamos ao ponto zero e o resultado final é um ponto desperdiçado. A menos que a cache seja mesmo boa. E ai não tem sentido proibir.
O user só pode votar nas caches que visitou? Claro, que raio de parvoeira seria votar nas caches que não visitou? Se for preciso, podemos criar uma outra categoria, de voto universal, “A Cache que não visitei, mas tenho pena”? Segunda parvoeira! E se se deixasse the me’thas e fosse visitar?
Cache natura? Percebo a ideia, mas até agora e segundo as contribuições que tenho visto, o melhor nome seria “A cache que não pode ser feita de 4x4”. O que convenhamos é uma perfeita besteira qualitativamente falando. Claro que a ideia de lhe chamar “non-urbana” é tão parva quanto a outra. Queremos ter uma qualidade positiva ou uma definição negativa? Ráspartósmoços…
Pensem melhor e se chegarem a conclusão que o que vocês querem é uma coisa qualquer tipo, a melhor cache, A MELHOR CACHE, seja onde for, como for, por quem for e a que distancia for, é porque pensaram bem. Penso eu… Anda um gajo muito contente afastado dos vicios e de repentemente só sabem é estragar-lhe o sobretudo.
Que idade é que eu tenho? Sei lá! Nem sei bem que idade é que gostaria de ter, quanto mais. A contagem é por perna? Ou por cabeça? Bem... adiante.
Primeiro, a coisa só tem sentido agora. Agorinha mesmo. Daqui a bocado este assunto fica desactualizado, basta haver um que faz anos durante a resposta do pessoal e lá vai a estatistica prás urtigas. Fica tudo baratinado e temos que começar de novo, que entretanto fica desatualizado, e temos que recomeçar. Não ha meio...
Agora vou fazer um intervalito, porque vem ali o meu tio Alemão e ja me está a doer a cabeça pelo esforço de controlar a dislexia. Por falar nisso, o que é que eu estava mesmo a dizer?
|