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28/04/09 |
| 10 de MaioGrinefildeRazão tinha o rapaz quando disse que se podiam ver cavalos e outras espécies animais na cache dele. Assim por alto vi umas largas dezenas de cavalos, mais umas quantas bestas e um cão. Alem de uma família e a Sóninha de bofes de fora. Começando pelo principio. Já tinha alinhavado a mira para o GreenField. Irritam-me que venham por caches á minha porta e só me dizerem depois... Ainda pensei em alargar a definição de caminho habitual, ou de inventar um pequeno almoço especial num fim de semana. Mas achei que não precisava de desculpas. Alem disso tinha uns cunhados, outros, que me tinham pedido para os levar numa caçada. A Virita estava de serviço, eu tinha ficado de a ir lá buscar e os pobres moços andavam a falar em ir á praia. Parvoeira, vamos lá por ordem nisto. Peguei no papel e mirei as informações disponíveis. Dificuldade 2? Terreno 3,5? Mau! Só tenho 1 hora e 3 quartos para sair de casa e aparecer lá no bulimento antes de ter que inventar uma desculpa plausível... Ná... ele não era capaz.... isto deve querer dizer 35 minutos e não 3,5horas... a ver vamos. Mala no carro, carro ándar e vamos lá a ver onde é. Dar com o inicio do tal caminho proibido patatipatata, foi fácil, agora dar com a porcaria do sinal que ameaçava com a excomunhão eterna é que foi impossível. No final, aquilo é mais frequentado que a ........ Joana. Quando eu já ia todo lampeiro a subir a ladeira, oiço os gritos lá do banco de trás e lembro-me subitamente: Não posso fazer isto! Parque Natural! Que é que os moços iam pensar de mim. Encostei o carrito lá no caminho e olhei para o relógio: 18 horas... - Bem meninos, a cena é esta: temos 30 minutos para andar 1000 metros ida e volta. Exactamente 15 segundos para encontrar o taparuere. 5 segundos para escrever umas tretas quaisquer e mais 30 minutos para estar á porta da Farmácia. Não! Não é para comprar pensos... Senão aturas tu a tua irmã! Deu resultado. Então já vão ver. Toca a esgalhar por ali acima. Ainda não tínhamos chegado a primeira curva, já a Sóninha ia a refilar. Eu e Né, começamos a divagar sobre “animais do bosque” e as reclamações esfumaram-se, alem do grupo passar a ser mais compacto... Psicologias... A meio do caminho, encontramos uma família que por ali passeava. Como por milagre a conversa dos “animais do bosque” deu lugar a “ruído de fundo”. Alias era mais “ruído lá de trás”. – Vão muito depressa, já tenho pedras nos chinelos, ainda falta muito, e se viéssemos cá amanhã, quero fazer chichi... Chegados ao alto do monte, no tal lugar onde as arvores são substituídas pela mancha verde, aparece um cão, com ar foleiro. Um cão a ladrar no alto de um monte é sinal de sarilho pela certa. Mas não. Era cão de apartamento, só estava a enfeitar. Mais adiante uma senhora. Mas ao contrário do cão, nem enfeitar enfeitava... Tinha o cabelo pintado de vermelho e estava a pendurar roupa nas traseiras de uma Movano de campismo. Confesso que não fui ver de quantos cavalos era aquele modelo, mas seriam umas dezenas... Mais abaixo, uns tipos encavalitados em cima dumas moto4s. Parados, com os motores a funcionar e alegremente contando tretas uns aos outros. Sim, com aquele barulho nada do que dissessem era percebido, pelo que sendo ou não mentira era igual. Agora é que começou a parte engraçada. A estrada passou a ser de calhaus e soltos, pelo que qualquer velocidade acima dos 2 passos por hora era praticamente como andar de patins. Ainda assim foi bom. A Sóninha lá teve que se calar para não cair. Já estava a ficar farto da mesma lengalenga... "dói-me aqui, já estraguei o fio dental, tenho uma unha encravada, que horas são..." Ah, era a descer, o que acrescentava ao divertimento. O pobre do GPS ainda não tinha feito das dele, de tão farto de ouvir reclamar. Mas portou-se bem, nem piou. Acho que tenho que os convidar mais vezes... Por fim lá chegamos ao local. E mais umas dúzias deles debaixo de uma arvore. Eu não os contei, mas eram muitos a julgar pelo cagarim. E sempre o mesmo cenário. Moto4s a trabalhar, naquele som esganiçado de quem se está rir e tem gazes e os condutores na palheta. Deve ser pró sniff. A cache é fácil de encontrar. E... a cache é micro, isto é... é uma cache normal, mas tem escrito “micro”. Das duas uma: ou é para eu não me baldar, ou então é estratégia para me convencer que as micros são fáceis... Aqui começou um pequeno interlúdio. Apareceu por ali uma pobre duma osga. Eu disse pobre, não disse pequena, porque se a riqueza se medisse pelo tamanho, cuidado... E quem é que dizia aos pequenos para irem lá buscar o taparuere? Muito depois de a osga se ter baldado, ainda a gritaria se ouvia. Mas lá se acalmaram. Logues para cá, porta-chaves para lá, taparuere pró sitio dele, e vai de acelerar por ali acima. Imaginem, o pessoal para baixo vem de patins, e para cima? Aquela teoria do passo atrás para dar dois em frente foi rescrita. Dois passos para trás e um para a frente. Cheguei a pensar pedir ajuda.... Mas lá nos safêmos! Teve piada, os miúdos gostaram e acabamos por chegar a horas á Virita. Áhhh a cache tb não é má... e o passeio o foi giro. Só não percebi a cena da mola da roupa! 12 de MaioI'm back...Confesso que já estava destreinado... Não sei quantos meses desorientado, depois como tenho a mania que sou esperto, lancei dois projectos profissionais sem ter pedido aumento e meti-me em trabalhos que nunca mais vão acabar e por fim obras em casa, mudanças, etc.etc.etc Mas não pude resistir ao apelo lancinante lançado pelo nosso camarada. Hoje de manhã baldei-me pró emprego, quer dizer meti a tralha no carro e fui em direcção ao trabalho, não disse baldei-me ao emprego... e de depois de despachar a “maria”, quer dizer deixar a Elvira á porta do serviço dela... (caraças, vocês hoje não deixam passar uma, phoniquesse!), introduzi, (...bem... adiante...), as coordenadas no GPS e vai de ir á procura do malfadado taparuere. Já conhecia o lugar á muito tempo. E tb sabia que hoje em dia esta fechado á circulação automóvel. Por isso lá me deixei conduzir pela vozinha que vocês tão invejosamente comentam. Por falar nisso, agora já não pia, só vai apontado. Ainda não perdi a esperança... Fiquei um bocado desconfiado quando me mandou dar a volta pelo parque do Estádio, mas vá lá... era muito cedo ainda, e a “paragem da cámineta” ainda estava deserta. Depois pôs-se a olhar para mim, (salvo seja!), e a dizer 20 metros á direita. Isto no meio da marginal, tão a ver? A me'da do aparelho veio na mesma! Lá dei a volta na esperança de algum energúmeno ter arrebentado com o portão. Mas nada. Hoje estou sem sorte. Tenho mesmo de levantar o c’ do carro. Conhecem aquela vivenda toda esfrangalhada no cruzamento? Eu também não. Só por fora de lá passar. Mas a garagem que fica do lado da mata é de fácil utilização. O guarda é baixote, tem uma deficiência que o obriga a andar sempre de 4 e não diz nada que se perceba, mas não pede dinheiro e fala-nos sempre. Impecável. Pois foi ai que estacionei. Armei a tenda e lá subi as escaditas. Quer dizer a recordação das escaditas. Se alguma vez precisarem ver umas escadas que vão dar a lado nenhum, este é um exemplo a visitar. Passei ao lado da capela. Ainda bem que estava fechada que eu ia com um bocadito de pressa e não me lembrava dos pecados todos. E lá vinha a história dos 20 metros. Ainda andei a procura do autocolante, que eu agora a primeira coisa que faço para não fazer a figura do outro é rapinar logo tudo o que estiver colado..., mas não tinha, era mesmo verdade. O danado do papelito dizia terreno 1,5, mas como este é dos do BTT a probabilidade de estar lixado era bem elevada! Bem vamos lá dar a volta pode ser que sim... e lá estava um caminhito que dava ligação a um estradita, onde passavam uns velhotes todos esbaforidos para cima e para baixo. A idade faz cada coisa! Quando deviam descansar, andam ás 9 da manhã a correr de um lado para o outro. Depois ainda dizem que tem AVCs! Bem, chegados ao local do ponto zero, olho para o GPS e tenho um circulo que abrangia VFXira, Alfeite e Oeiras. Tudo bem, não há crise. ...os velhotes a passarinhar para cima e para baixo. Vou andando e lá está ela. Não tá mal. È a coisa mais parecida com um pirilampo ecológico. Óhpá se alguma vez se te acabarem os sprays, não tens problema, eu ofereço-te uma colecção deles. Esperei que os velhotes pifassem todos pra outras bandas... e lá fiz o “trabalhinho”. Beleza. Esta já está! Já não é virgem. Volta tudo pró mesmo sitio aproveitando uma aberta no transito e ala que eu não vim cá fazer turismo. Buteprobulimento.... In: Porta chaves (what else?) Out: Bolinha de Ping Pong amarela. Por falar nisso, já vos contei a histirinha da bolinha de ping pong amarela? Não... então lá vái... hãmmm? Não era esse “Não”? Era o outro? Qual outro?... 13 de MaioA chapela de belem!Estou a ficar seriamente preocupado. Ou é da minha vista, ou as ultimas caches tem andado perto de capelas. Ou isso, ou estou com queda para elas. Bem, primeiro não tenho nada contra capelas, religiões e respectivos etcetras. Só fico preocupado porque ainda não percebi a ligação. Para padre já estou mais para “lá do que para cá”, frade, também acho um bocado tarde e para acólito só a palavra faz-me dores de barriga. Por isso... Tudo isto porque fui hoje de manhã procurar a cache do Luís, aquela que já vai na terceira edição. Não que a cache não seja meritória e o moço não seja um “bom artista”, só que é micro e como não podia deixar de ser já tinha lá ido malhar ainda na vigência das coordenadas maradas. Já estão a ver, né? Mas ninguém me manda ir a correr procurar as caches virges de tipos com GPS a carvão! De marcas maradas! Que não lêem as instruções! E que ainda por cima, as escolhem pequenas! E em locais que largam carrapetas! Tenho a camisola cheia de carrapetas, Luís! (carrapetasluís...?) Bem, verdade seja dita que já vi Regulares mais pequenas que aquela micro, honra lhe seja feita. Estava um bocado desconfiado. Da outra vez já tinha andado á nora por causa dela e agora já não sabia quais eram as coordenadas certas... ou erradas... ou atendendo á marca de alguns aparelhómetros, se havia algumas certas... e por falar em marcas, há por aí alguns geocacheres... bem... adiante! Onde é que raio é que aquele gajo, (senhor Gajo claro), (não é Gajoclaro, é Gajovirgulaclaro, claro), (fonix!), (que é que eu távadzer?), (áh...),escondeu o taparuere? Raisparta, lá estou eu á procura das micros... E como havia arvores, o erro era mais do tipo no “distrito de Lisboa”, do que em metros. Mas daquele lado não é que já procurei da outra vez, só pode ser por aqui, onde é que cabe uma micro?, e uma maior que uma micro?, e onde é que eu punha a micro?, não, o pobre do moço não a punha no lixo... Afinal lá estava ela, a rir-se! Já percebi porque é que ele diz que é micro, não sendo. Embrulhada em sacos daquela maneira, fica regular em 3 tempos... Por acaso eu já conhecia o local. Ia para lá “ver as vistas” e “estudar”. Boas recordações..., só a coisa da capela é que me ficou cá atravessada... é alguma sugestão? Voltando á caxa, retirei um pin, e coloquei um porta chaves. As usual... Por falar nisso: a coisa de colocar caches pelo caminho é porreira. Aceitam encomendas? Eu saio todos os dias de Cabriz, Lourel, IC16, IC19, CREL, Estádio, Marginal, Terreiro do Paço. Ida e volta. Se colocarem taparueres por perto eu prometo ir lá na semana a seguir. Combinado? 1 de JulhoA cache "marada"(GCHHJQ) A minha primeira descachação oficial. Sim, porque é preciso encontrar uma palavra para descrever a acção de “matar” uma cache. Arquiva-la é ir ao site e manda-la prázurtigas. Agora ir ao local e “tirar” a cache? Levantar a cache? Surripiar a cache? Abarbatar a cache? Fo'nicar a cache? Ná… Fica melhor “descachar”! Por isso a descachação foi executada hoje ás 9 e 30 da manhã em cerimónia oficial que contou com as representação do “dono”, (eu), e das testemunhas da praxe, neste caso a “maria”. Já não há mais cache marada, nem taparuere, nem nada no local onde antes havia. Por falar em local… arre que é preciso ter paciência! Se as coordenadas de Portugal continental são W009, que raio é que vocês precisavam mais para perceber que JKK era o resultado de ir acrescentando um digito conforme a posição ia subindo? Razão teve o outro quando mandou a boca de que o método devia ficar na introdução de qualquer manual de encristação. Teve quem fosse a Rio Maior, santo Deus! E pessoal a olhar com ar desconfiado das praias da linha? Ainda o Erik, o tipo que a aprovou, me dizia: “êhpá não era preciso pores isso tão longe…”!! Queria ver quem era o responsável pela barraca transoceânica se a coisa ficasse mais perto! Não é que não me apetecesse andar mais uns tempos a medir o tamanho da cabeça do pessoal, mas é que vou mudar de casa, alias já mudei, oficialmente desde hoje, (já perceberam a ligação?), pelo que já era! A cachinha, alias a caixinha, porque era uma caixa plástica pequena transparente, estava escondida no canteiro frontal á minha ex-casa. Que era pequeno, dois palmos de comprido por 1 de largura! Escondida atrás de uma pequena laje de xisto, que tinha escrito á vista e em letras garrafais, (exagero!), a referencia. Não percebi a dificuldade, houve um que passou lá uma tarde inteira… Num local onde os spots viáveis não eram mais de 3! Houve até quem reclamasse que a cache estava perdida, porque estava pendurado numa arvore um pedaço de cordel! Em abono da boa verdade as coordenadas estavam um bocadito desfasadas, assim uns 2 a 3 metros, mas num raio de 300 metros não havia mais raio de sitio nenhum! Arre. Outros que registaram que foram lá 3 vezes. Pelo menos… E isto só para falar nos que foram. Pelos exemplos que eu soube a coisa chegou ás raias do inconcebível. Chegaram a desmanchar telemóveis, a telefonar para TMN, a ir á Biblioteca Nacional, a fazer upgrades de CPU’s, tentassem nas reuniões de condomínio e fossem admoestado pelo patrão por causa dos índices de produtividade, anormal e subitamente, baixos. E vergonha das vergonhas: perguntasse ás mulheres! Imaginem se fosse difícil… 3 de AgostoFérias!!!Já acabei a maior parte das mudanças, agora o que falta posso ir fazendo a pouco e pouco. Isto se não contar com as pin’elhices que aparecem sempre para fazer... Mas vá lá, sobrevivi. E fiquei um bocadito mais livre para ir fazer Geocaching decente. Andar atrás das Locationless faz engulhos por aí e não dá pica. Mas para quem não tinha tempo e teve sem aparelhometro alguns dois meses, foi o que se pode arranjar. Ainda convenci alguns colegas a aliviarem a pressão na contagem, mas aparecem sempre os galifões do concurso e quase que me deixava apanhar... Um dia destes tinha acabado de papar os caracóis do lanche e estava com vontade de dormir a sesta. Era o melhor que tinha feito pois saí da Costa em direcção ao Parque da Paz e acabei no Cristo Rei. Enganei-me ali para os lados do Garcia de Orta. O carrito ia cheio porque baldar-me depois de almoço de mochiláscostas e com a maria debaixo do braço chama atenção. Voltei pois ás funções de motorista de serviço. Já nem ligo, enfio tudo dentro do carro ligo o GPS e quando chego ao local de estacionamento dou-lhes tempo para se organizarem. Qualquer meiórita por cabeça é suficiente. Depois ligo o GPS para oferoude e levo-os ao local. Sento-me e passado algum tempo VOILÁ. Funciona. A maria, vai vendo as paisagens pois converteu-se a escriba oficial e deixámalta virar tudo do avesso á vontade. Até já aprendeu a mandar bocas daquelas mortais. Sério! Haviam de ver as que ela desfiou na cache final da STAR MOUNTAIN e na MANJAPÃO... Mas voltando ao Cristo Rei. chegamos ao parque de estacionamento paramos e começa a procissão. O sac’na do puto Speedy já aprendeu a pescar o papel das descrições, traduzir as dicas e sacar dos taparueres enquanto o diabo esfrega um olho. Ainda as miúdas estavam a desencaixar-se do carro já ele andava aos berros com a caixita na mão. De tal maneira que até a maria, que é completamente alérgica a mais de uma cache por dia, ficou a olhar e perguntou com ar triste, “onde é a outra?”. A irmã nem chegou a sair do carro. Todos de volta para dentro. Meia dúzia de voltas e estacionar outra vez. Desta vez a cache ajudou, o puto já vinha á meia hora de lápis na mão a fazer contas de cabeça mas lixou-se. Umas centenas de metros e o GPS em modo “práquelado”. As garotas divertiram-se o caminho todo a mandar bocas á descrição do parque, principalmente á parte do lago, “ainda bem que não há lago nenhum, senão era só mosquitos”, e outros piropos semelhantes. Como já estava a ficar farto achei porreiro a parte final ser a subir, calaram-se todas. Chegamos ao local e começou o degredo. E que a cena do ficar sentado á espera só funciona quando não há acidentes naturais, tipo picos e silvas. Nessa altura a coisa inverte-se. Fica tudo com ar enojado e cá o escravo é que anda á procura. Não sem antes me moerem o juízo com a pergunta da praxe; “Tens a certeza que é aqui?. Sei lá!!. Ainda não encontrei esta me’da, como é que querem que eu saiba?” Também tramei-as, ainda metade andava á procura de lugar para se sentar o fofo e já tinha descoberto o pataruere. Por falar nisso, com as mudanças não sei onde pára o deposito de portachaves da Tailândia, por isso ultimamente as caches tem servido como deposito de restos mortais de fundos de mochila. Ficam já avisados. Antes de ir de férias resolvi ir até ao Magoito. Já que ninguém vai ás minhas caches vou eu. Um dia destes começo a fazer “FOUNDES” a torto e a direito. Se contasse as vezes que já lá fui, estava á frente por muitos, podem ter a certeza. Aproveitei para dar uma voltinha pela praia, chamar mar’cas aos tipos que acham que esta cache é difícil, enfiar lá o TB – xarcataque, cortar as barbatanas que não quiseram entrar, deitar fora o passaporte e atar tudo com um cordel á arvora mais próxima... Um criado a vossa disposição. Se quiserem também levo a casa. No outro dia, decidi que tinha que voltar ás caches de jeito, feitas á maneira e sem invenções. Lixei-me. Queria ir pôr a 100Coordenadas e convidei-me para ir almoçar a Loures a casa da & Company. Não tem nada a ver, era só porque eles não tem andado a cacheirar ultimamente e dava jeito alguém para pagar as imperiais á volta. Resultado: a cena do costume, o sinalinho á borda do ecrã e a “vistaproeste” mesmo á mão de semear. Bem, os moços não vieram, porque senão as os tremoços ganhavam bigodes, as carteiras correntes de ar e a cache ficava no mesmo lugar. Se com isto ficaram a pensar que, por vezes, as caches podem não ficar no mesmo lugar, pensaram bem. Umas vezes já não me lembro onde é que aquilo estava, outras já não estou para amarinhar outra vez por ali a cima e o resto do pessoal esta fazer-se desentendido, ou simplesmente “acho que fica melhor aqui”. Esta aprendi com alguns companheiros nossos.... Assim módesque tipo BTT, “bora trocar tudo”. Mas não, esta ficou no mesmo lugar, (considerem esta uma afirmação genérica, incluindo EPE em dia de má recepção). Mas a coisa foi complicada. Andei 10 minutos á procura do tal parque de estacionamento, mais 10 minutos de caminho, mais 10 segundos a procurar e meiórita sentado a descansar. Procurar caches cansa. Não vêem o outro? Faz uns quilómetrozitos, chega ao local toma banho e vem-se embora. Vou deixar de por caches ao pé de piscinas. Voltando á “pró este”, fizemos a vigésima oitava limpeza aos restos mortais das prendas do fundo da mochila e atiramos tudo pró meio das canas outra vez. Por falar em atirar tudo pró meio das canas, tenho que fazer qualquer coisa á maria. Chegou ao sitio, olhou á volta, inspirou um par de vezes, gabou a vista e sentou-se a fumar... Não tem nada a ver com o facto de logo de seguida eu ter enfiado as patas numa poça de lama, mas acho que o ar puro anda-lhe a subir á cabeça. Voltamos para casa com a 100coordenadas na bagagem. Cache mais marada que esta não há de certeza. Certezinha. No outro dia de manhã saímos de casa cedo. Tinha-me oferecido um fim de semana de férias e prometido que ia fazer a manutenção ás minhas caches do Norte. (As minhas caches do Norte!!! Soube-me bem dizer isto...) A meio do caminho, imaginem lá o que me aconteceu? A cachezita no ecrã! A Fraga da Pena! É mania. Ou bug. Começa ela aos pulos no carro e eu a desculpar-me! “Sabes... coordenadas velhas, já fomos a essa, já conheces o lugar, deu barraca da outra vez, ainda lá andam as cobras, qual quê, vamos e vamos mesmo”. Fomos. Ligo pró ricardo e não é que o pale’ma atende!?!?!? Diz lá as coordenadas novas, seisquatronovetresete tiratirametemete... prontos tá bem, vamos lá. Ainda pensei que escurecesse pelo caminho e perdi-me ai umas oito vezes, mas quando a coisa nasce torta não há volta a dar-lhe. Mas desta vez correu bem, consegue-se encontrar a cache. Alias, sempre que as coordenadas estão bem, as caches encontram-se! Ouviram? Perceberam? Entenderam? Captaram? Coordenadasbemcachesmelhores!! Voltando á cache em questão, a estratégia de busca alterou-se ligeiramente, fizemos uma busca sistemática. Começamos logo cá em baixo na primeira cascata e fomos tomando banho em todas até lá acima. Encontramos! Como a mochila era a mesma e estávamos fracos de portachaves pendurei uma argola num sitio qualquer e resolvi o problema. Até estou a pensar num jogo novo, assim tipo pokerchaves. Vou espalhando pedaços de porta chaves pelas próximas caches e quem conseguir montar um tem direito a um balde de plástico ou a uma jogada no GEOPOKER... Moral, chegamos tardissimo á Covilhã, mas vida de artista é mesmo assim. ...continua, ainda temos o UPUPUP, a Star mountain e a coisa que dá pelo nome de Manjapão... ah...há fotos, mas eu não sei onde... 5 de AgostoO trabalho...A seguir ás férias o trabalho, vida de pobre é assim, vives para pagar impostos. O que me vale é ver o nosso Biltre Gates, perdão Portas, a fazer cenas tristes na televisão e o Carapau de Corrida a dar–lhe corda... Mas suspendi a narrativa da história na Covilhã... e vou retoma-la na Covilhã! Só que ao outro dia, porque o intervalo foi utilizado em actividades cuja descrição fica um pouco mal nesta história. Saímos de manhãzinha e fomos em direcção á Torre, primeiro porque queria comprar uma prenda prá maria, segundo porque tínhamos bilhetes para um passeio de cadeira e depois porque havia lá umas caches que precisavam ser verificadas. E de prendas novas claro. Ando a escolher mal os passeios. O outro dia foram as capelas, agora as micros. A primeira, a UpUpUp saiu-me bem, mas é micro. E só porque a encontrei não quer dizer que tenha passado a gostar. Bem, lá dei com a coisa mas ainda não foi desta que percebi o gozo de andar a plantar micros. Porque é que não fazem como o outro, põe uma normal e escrevem micro na tampa.? Assim ficam todos contentes. Ficou lá mais uma pécinha de qualquer coisa que andava no fundo da mochila. Descansem os mais preocupados, que tenho a dita quase limpa. A única coisa que pode acontecer é a caxita explodir subitamente um dia destes, (se não rebentou já...), da maneira como a atafulhei, é o mais provável. Convém o próximo que lá for abrir aquilo com cuidado. Por falar nisso, cachas maiores levam mais prendas... E lá fomos a outras vidas. Mesmo ao fundo da rua havia o tal malfadado do Vaivém. Como tinha uma oferta de uma voltinha grátis convenci a Virita a um passeio muito divertido. 25 minutos plantado em cima de um cadeira pendurada num cabo a balançar serra abaixo/serra acima. Só podem ser ideias do tipo que inventou as micros. Ainda hoje me dói o ouvido do lado da maria. Andava eu no sobidesce e, soube depois, um nosso amigo foi escarafunchar na cache que eu tinha acabado de esconder. Se soubesse ainda hoje lá andavas... temos umas contas ajustar por causa dumas silvas que eu conheci por tua causa... Mas adiante. Acabei de “usufruir a oferta”, comprei a prenda prá maria e ala á procura da outra cache. Imaginem! A Star Mountain! Mais uma carrada de micros. Acho piada. Dizem que é uma cache normal e enfiam com 3 micros logo de rajada . Queres mais? A primeira escapa. A segunda e a terceira são melhózinhas. Nesta ultima andei á nora um grande bocado, (olhá novidade!). Aquilo fica perto de uma curva. De um lado da curva, dizia o coiso a apontar para o outro lado: 80 metros. Do outro lado da curva, apontava para o lado contrario e pespegava com 80 metros. No meio um ravina acabadinha de se desmoronar. Ah.... a curva era apertada e tinha prái 20 metros de diâmetro e ficava no fundo de um vale com recepção tipo GPSr dum colega nosso. E agora? Áiame’da! Saco da antena maravilha e atarraxo a ficha, estico o cabo e a setinha aponta alegremente numa direcção estável. Mas para o outro lado. Isto depois de ter andado estradabaixoestradacima, há horas. Neste lugar é que fazia falta a tal cadeirinha. Bem, vamos lá. Chegado ao local deparamos com um parque de estacionamento, suficiente para caber só um carro, que por acaso até lá estava e ocupado. Alias biocupado. Um casalzito entretinha-se a “ver as paisagens”. Lindo serviço. E agora? Vou lá explicar as virtudes do geocaching, ou ponho-me a revirar o lugar de cima abaixo com ar desentendido? Fosse o que fosse lá se piraram. Ainda hoje estou para saber como é que teria resolvido o problema, é que a caixita estava a menos de meio metro da roda dianteira do automóvel. Boralmoçar que se faz tarde. Heading em direcção a Manteigas. Almoço e volta. Agora é que a porca torce o rabo. Demorei mais a procura da MACRO do que das 3 micros anteriores. Desconfio que foi do almoço. A maria só queria chapinhanço, eu tinha mais vontade xonar que de procurar taparueres e a porcaria da cache só complicava. A cache, o terreno e o calor. É fartar vilanagem! Lá dei com a coisa. Voltamos para casa, que é como quem diz para a pousada. Desta vez não deixei nada, achei que não merecia um dos meus já celebres porta chaves. Também... não tinha lá nenhum... No outro dia de manhã viemos embora. Tinha uns encontros marcados com umas caches na Pampilhosa e a viagem é longa. (Ai se eu começo a fazer founds..., não há LL que vos acudam...) Paramos para almoçar em Alvares e fomos tomar banho á tal piscina que impediu um colega nosso de encontrar a cache. Óhpá, coisa tem que ser feita com método. Primeiro procuram a cache e só depois é que podes deixar a maria ir ao banho. Se fizeres ao contrario, dá asneira! As moçoilas são imprescindíveis na cacheiração. Mas secas, húmidas não. Estava no sitio, (ouviste? Deves andar a precisar de óculos ou de um GPS em condições...). De passagem fomos fazer manutenção á OhmmmmmmmOhmmmmmmmm ou lá como é que raio se chama aquilo. Gostava de saber onde é que vão arranjar inspiração prós nomes com que baptizam as vossas caches: emprisiuned skirrel, apapap, da palace! Parecem brasileiros a pôr nomes aos filhos. Havia de haver uma listagem de nomes permitidos, assim tipo conservatória do registo civil. Mas o melhor vem no fim! No dia seguinte depois de ter levado a maria á Vila Nova de Mil Fontes a ver um sitio para uma cache, (pescinação incluída claro), voltamos para casa e o bom do bichinho a morder. Desta vez não foi o porcaria da seta, foi mesmo a contagem... havia duas opções: uma era do moço esverdeado a outra era do nosso especialista em marcos geodésicos. Por varias razões escolhi a mais fácil. Lá me f’di outra vez! Diz o homem: fácil, dificuldade 1. Uma gaita! Fez-me lembrar o “buraco do bichano”, dúzias de manguleas, horas, e a porcaria da cache a rir-se de nós. E adivinhem lá... é uma micro. É melhor ficar por aqui. Não há sol que me aqueça.... 20 de AgostoAi no que eu me fui meter.Outro fim de semana, mais uma cache. Quando eu pergunto se o pessoal “já tebaste banho?”, não é preciso pontapear o equipamento para o rio... Entendido? No domingo, deixei a Geomochila dar dois mortais empranchados para a agua. O moço que já lá foi idem. Com a agravante de ter andado inventar com o fato de banho. Parece que tomou a coisa literalmente e foi mesmo ao banho de fato... Mas adiante. Eu quero ver o que vai acontecer quando acabarem as caches. Não é acabar de acabar mesmo, é acabar de já não haver mais para ir descobrir. Já pensei que seria boa ideia dar uma rondazita semanal pelas próprias. Mas acho que a coisa fica meio ridícula á vigésima sexta manutenção entre “founds”, com muito bem descobriu um nosso colega... A moda agora é as LocationLess. Pela boca morre o peixe, bem feita. Ainda vos hei-de ver pior! Mas essas tb chegam ao fim. Já há para ai pessoal a mudar ligeiramente o local original. Três palmos mais para esquerda e tens direito a fazer outro “found”! Só me preocupa é como conciliar isso com o WAAS. Querem aumentar a precisão para poderem inventar na localização? Voltando ao meu fim de semana. Não posso deixar de olhar com ar embasbacado para a televisão, quando o nosso carapau de corrida vem falar em trabalho, produtividade, pátátipátátá... O conceito de trabalho e de honradez presentemente anexa é novo. Dizem alguns que começou a surgir na revolução Francesa por oposição aos ociosos representantes da monarquia e da nobreza. Que raio de ideia. O que é certo é que informações sobre as grandes virtudes do trabalho antes dessa data, são escassa ou inexistentes. Reparem bem, nem sequer os 10 mandamentos tem uma única referencia ao trabalho e ás suas virtudes. Aqui para nós que ninguém nos ouve, mas acho que as habilidades legisladoras do Senhor não eram grande coisa. Basta ver aquela do: “...não cobiçarás a mulher alheia...”. Não é que eu me preocupe, mas não acham que há aqui pano para mangas? Melhor fosse que ficasse pelos dotes Culinária. Acho delicioso o petisco que ele inventou com a costela do outro.. Bem é melhor mudar de assunto. Mas antes de me ir embora, pensem lá numa coisa. Como seriam se fossem feitos presentemente? E palavra de honra que gostava de ver uns 10 Mandamentos escritos por mulheres. ...áh, isto era suposto ser a descrição da minha caçada á “Entre as Ruínas e o mar”. É uma boa. 20 de OutubroPDAGPSCFSDBoasPara mim o Natal este ano chegou mais cedo. Mas a gaita foi que eu é que tive de comprar as minhas próprias prendas… Já andava há uns tempos a ver se me baldava de gastar dinheiro, mas mercê de uns amigos da onça que eu tenho, que não paravam de me azucrinar o juízo todos os dias sobre as ultimas maravilhas tecnológicas, lá me deixei levar. A coisa começou á uns meses quando liguei o portátil ao GPS e experimentei a função MovingMap do Ozi. Então não é que aquela coisa até funcionava? E bem! Mudava de mapa sem questões, virava no sítio certo e até mostrava as caches das redondezas. A questiúncula das descrições actualizadas já eu tinha resolvido, assim como manter tudo actualizado. Fiquei foi com o bichinho assanhado, pois como aproveitei para alimentar tudo com a bateria do carro o interior do meu cachemobil parecia uma teia de aranha. Mas não há-de ser nada, pensei eu. Estava bem enganado. Comecei a procurar soluções mais versáteis e cedo me apercebi que montar o pc em permanência dentro do carro não funcionava e andar com os dossiers sempre atrelados era ridículo. Procurei alternativas comparei preços e cheguei á triste conclusão que só com um PDA. Aqui o Turismo tem em estoque um PDA a carvão. Uma coisa enorme, pesada e atrasada. Mas papou com o Ozi e deixou-me a salivar. Lá terá que ser. Procura que não procura, encontra que não encontra, escolhe que não escolhe. Decidi-me por um iPaq2215, um mouseGPS e um memory card de 1 Gb. 1º. Aquele iPaq especificamente porque tem dois slots para cartões de memória. Um CF, onde encaixa o GPS e outro SD livre. E tem um cradle decente. 2º. Um mouseGPS porque encaixa no respectivo slot ficando unicamente uma espécie de corcunda de fora, um pouco mais pequena que um caixa de fósforos. 3º. Um SD de 1 Gb, porque é o tamanho suficiente para levar todas as cartas das caches nacionais, assim como o ficheiro de Wp. Cabe tudo no bolso das calças ou da camisa. Depois disto tudo alinhavado fui saber como é que era em relação a preços e apanhei um susto. No mercado nacional era coisa para 750€ para mais. O iPaq bastante acima de 400€, o Sd perto dos 150€ e o GPS dos 150€, na origem que cá não encontrei. Como bom portuguesito achei que consegui gastar metade. Começou o degredo… eBay. Claro. Preços e historial. Fui ás ultimas duas semanas, vi os preços atingidos. Fiquei a olhar para os preços que se estavam a praticar e estabeleci um limite. A soma ficou um pouco acima dos 400€. Melhor, muito, melhor. Comecei a atirar ao alvo. Já parecia o MCA n’A noite das caches longas”, cada cavadela cada melro, cada tiro cada minhoca. Descobri que o melhor era escolher as horas em que o amanicanos estavam a dormir e só licitar nos últimos 30 segundos. Deu “certo”. O iPaq custou 293.97€, o SD 79.46€ e o GPS 86.81€. Depois ainda tive de pagar 13.13€ de taxas pelo GPS, o único que foi apanhado pela alfandega. Por um lado fiquei contente por SÓ pagar aquilo, por outro com a qualidade do nosso sistema fiscal… Avancemos… 474 € - 95 Contos. …dâ-se… e para fazer o mesmo que já fazia antes… Bem. Vamos lá. A coisa funciona. O ozi tem uma boa velocidade, o GPS trabalha que nem ginjas e os mapitas, todos os da lista de caches depois de devidamente convertidos para ozf2, saltam quase de imediato. È possível por o MovingMap a trabalhar juntamente com o GoTo em direcção a qualquer coisa que se queira e não é preciso mais nenhum software de GPS. Não tenho routing, mas para isso tenho o outro GPS. Este servirá para pegar na mão e seguir em direcção aos locais sem folhas nas mãos e sem cabos pendurados. Não tem ar de robustez mas como é pequeno, em situações de complicação, vai parar ao bolso num aí. Por falar em cabos, o GPS vinha acompanhado de um adaptador PCMCIA/CF que dá para encaixar no slot respectivo dos portáteis, ou mesmo para ler CF directamente, e por uma antena “maravilha” exterior com um cabo suficientemente longo para já se ter enrodilhado em tudo quanto é coisa dentro do carro quando o experimentei. Mas funciona, valha-nos isso. Aparentemente o erro de localização é um pouco maior que o normal. Nos mapas põe-me umas milionésimas de milímetro ao lado da estrada, mas pode ser de outra coisa. Também, estava mal habituado a que o meu GPS tamanho normal me pusesse com os pés em cima dos taparueres, por isso imagino que é um magelan… Falta experimentar em situações “reais” mas a me’da da chuva agora é que se lembrou de complicar. Para finalizar, o software é decente e os mapas funcionam bem. Mas é preciso que os ficheiros TODOS sejam copiados para o sítio respectivo, senão fazem figuras de idiotas! Se forem ao “Castelo” no Dia 12 ou ao próximo mitupe e se eu estiver bem disposto deixo-vos dar uma espreitadela. De longe. Alem disso, se me lembrar, coisa que me esquece muito ultimamente, um dia destes tiro umas fotos e ponho-as ai num sítio para vox-elencias verem. Mas a coisa não acaba aqui, para os maníacos de gadjets ainda há variantes com leitores de cartões, wireless, IrDa, dentinhazul e telecomandos. Mas isto é um site dedicado a maníacos de uma mania muito especifica… Abraços e limpem essa baba. Haja mais. 21 de OutubroComeço a gostar de cheiro das caches de manhã.Fico preocupado porque um dia destes ainda me dou ao trabalho de me levantar cedo de propósito para ir á caça. Mas não há-de ser nada. Mas registo com apreço o facto de que cada vez mais aparecerem cache que se podem fazer “numa fugida”, antes de ir trabalhar ou pela hora de almoço. Assim sempre se pode manter a contagem em dia… Podem ir pondo que eu prometo ir procurar. Engraçado que esta pode ser feita de varias maneiras, vamos andando á volta do monte e em cada lugar há uma subida ou pelo menos uma possibilidade que se pode experimentar. Cá em baixo do lado que o “dono” indica até nem se vê o local da cache. A setinha aponta para um sítio que não é o monte mais alto. Só quando se vai subindo é que se avista o outro. A meio do caminho ainda fui verificar de quem era a cache, cheirou-me a especialização de picos. Tem piada perceber as diferenças entre as pessoas pelos resultados do que fazem. A única dificuldade é que a porcaria do caminho é sempre a subir, mas deve ser porque ainda não inventaram subidas a descer. Lá em cima o meu garmin, ao contrario de algumas marcas foleiras que por ai aparecem deixando os donos em maus lençóis, pôs-me a olhar pró saquito. Foi canja. Ainda dei a volta á casa, quanto mais não seja para ver o local e procurar o tal marco tombado, mas pareceu-me que não era um marco, tem uma forma ligeiramente diferente. Haja mais. 23 de DezembroT bué d xtead!Não é falta de letras, parece que é a nova moda de escrever SMS. Como o espaço disponível é pouco, vai de escrever uma coisa que pode ser lida em vários sentidos… Assim sempre parece que estão a falar sobre qualquer coisa sofisticada e esotérica. Mas voltando á minha triste sina… não há sol que me aqueça… O meu pc de trabalho é clonado de alien. Não é de alien ALIEN, é só marado do CPU. Tipo faz que faz mas não faz. Conhecem aquele verso: Tu pensas que eu que penso, Mas se pensas, pensas mal, Eu nunca pensei nem penso. Nem penso pensar em tal. Agora imaginem que substituem “pensar” por “computar” e já ficam com uma ideia da cena. Mas adiante. Agora deu-lhe em baratinar-me a mim também. Uns moçoilos aqui da maralha resolveram provocar-me e desataram a fotocopiar as caches maradas. Ainda me lembrei de pedir royalties, mas achei que melhor era ir lá gamar-lhas. A Maria não achou grande piada á ideia e respondeu-me que todos somos filhos de Deus. Não percebi muito bem a ligação, mas achei melhor “concordar”, depois dos balúrdios gastos em prendas o meu saldo bancário “passou-se” para o lado dela. Quando não podes vencer junta-te a eles. No entanto já tinha começado a descascar a pobre. Circunferências em triângulos, triangular círculos, tangentes, arcos e balões. Aqui o meu colega ainda tentou calcular a coisa á unha mas acabou-se-lhe o lápis. Modernices. Imprimi o mapa, rapinei a régua á contabilidade e o compasso ao pessoal 3 portas abaixo e vai de puxar pela cabeça. Por pouco ia parar á ETAR da EXPO, mas lá me safei. Mas olhem que o resultado foi o mesmo. Muito bem. A coisa promete, até tem razão, pode ser. Amanhã vou lá. (3 Portas abaixo? Foi tudo abaixo!!!) E chegou o amanhã, o hoje, mais propriamente. Lá fui eu. A medo claro, primeiro até podiam ter inventado tudo, só parte, ou um poucochinho só. Prái 20 metros… Tantas variáveis para um resultado só. DNF. Cá pela minha parte foi mais PH! Volta a rever tudo, está certo. TMN pra cá e para lá. Jaztel pra cima e pra baixo. E é mesmali! Mas as coordenadas estão mal. Ou seja o Cab$%%$#rão do pc está-me a baratinar os datuns da lista dos uaipointes. Faz as contas certas, chama-lhe uma coisa qualquer á escolha dos humores alheios e fica á espera que eu vá corrigir. Para depois se ficar a rir. Ou seja, se eu não corrigir, está tudo bem e tudo mal. Se eu corrigir, fica tudo mal e tudo bem. Perceberam? Juntem-se ao grupo… Quersedzêr, faz as contas bem mas chama-lhe nomes. Se corrigir os nomes, fico 500 metros com as ventas dentro de água, mas a chamar as coisas pelos nomes correctos. Perceberam agora? Nem eu… E já passei a fase dos datuns nas directorias, dos loades mapes correctes datuns, dos uaipointes proprietis confirmatiões e outras merthas do mesmo teor! Afinal só queria encontrar o taparuere. De 12 cm embrulhado num saco de plástico… Não há direito. Ainda pensei que o problema fosse da régua da contabilidade. Podia ser aquela que eles usam para fazer os descontos á malta, mas não. Como eles já a tinham fanado ao marketing, não devia ser. Do lápis também não devia ser, porque até tinha escrito com marcador. Só se for dos mapas. Assim com assim, toda a gente desconfia do que vem do lado do Portas, por isso… Mas não, é mesmo maradice do PC. Inventou tudo. Ainda por cima o GEO.com tá de gatas. Deve ser com os remorsos de andarem a aprovar muitas caches maradas... Já não há respeito… ele é as caches… ele é o pc… ele é o saldo bancário… não há sol que me aqueça… |
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